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  PROJETO HORTA VERTICAL DIDÁTICA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ 

CURSO DE BIOLOGIA. CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE (CCS)

PROREITORIA DE EXTENSÃO DA UECE (PROEX)

Projetos sociais são considerados dinâmicos e profícuos em processos que associam o cidadão, o ensino e a pesquisa promovendo a interação entre Estado, a população, escola, universidades, grupos comunitários, ou seja, a sociedade como um todo. Essa interação deve ter um caráter ético, dinâmico e transformador visando um desenvolvimento sustentável social sob os prismas da educação, saúde, economia, sociedade e meio ambiente. Durante o desenvolvimento de um projeto, o corpo social em sua formação deve com. Assim, há um conceber da essência do conceito de habitat como “bairro, escola, cidade, área urbana, casa” e sua importância como um espaço social onde o cidadão dá sequencia ao seu processo de socialização - a formação que concepta e processa a pratica do sentido do social. De um elo entre a educação, a arte, as ciências e o cidadão, poderá vir a florescer, assim como vir a vingar o ‘homem” que aprende fundamentalmente a valorizar o que a sociedade no qual ele está inserido, transita e interage, necessita e vibra. Assim, em nosso trabalho há um olhar mais responsável para a questão da promoção de uma melhor qualidade de vida do homem. Finalmente, o entendimento acerca de fundamentos científicos aliado às corretas práticas de comportamento ambiental no cotidiano da vida do ser social traduz-se numa importante contribuição para a formação de cidadãos conscientes, responsáveis e transformadores.

                      Considerando a necessidade de exercitar a temática ambiental tanto temporal como espacialmente, é importante que o espaço a ser trabalhado ofereça meios efetivos para que o indivíduo social compreenda sobre os elementos e fenômenos da natureza, as ações humanas do passado e do presente que induziram e continuam a induzir consequências danosas ao futuro da nossa espécie e de outros seres vivos. Dessa forma, a Educação Ambiental deve ser desenvolvida tanto nos conteúdos teóricos quanto em atividades praticas que gerem discursos e atitudes de todos que estejam integrados ao habitat a ser trabalhado pela execução e multiplicação dos conhecimentos inseridos, desenvolvidos e compartilhados pela atitude do nosso projeto.

                   A preocupação com o cuidado do meio ambiente é cada vez maior frente aos grandes problemas ambientais da atualidade. É demasiado necessário compreender e incorporar o conceito de “Desenvolvimento Sustentável” ao habitat das pessoas - aquele onde elas convivem e trocam experiências sociais. Ainda, é necessário conceber o desenvolvimento sustentável como algo que não se refere especificamente a um problema limitado de adequações ecológicas de um processo social, mas a uma estratégia ou um modelo múltiplo para a sociedade, que deve levar em conta tanto a viabilidade econômica como a ecológica. Pode-se afirmar que existe um grande desafio em produzir uma educação ambiental que seja crítica e inovadora – assim, a educação ambiental deve ser acima de tudo um ato político voltado para a transformação social. O seu enfoque deve buscar uma perspectiva holística de ação, que relaciona o homem, a natureza e o universo, tendo em conta que os recursos naturais se esgotam e que o principal responsável pela sua degradação é o homem. Finalmente, a Educação Ambiental cabe como uma luva na construção e aplicação de metodologias e práticas ditadas pelo paradigma da sustentabilidade. Dessa forma, acreditamos que o projeto intitulado “Hortas Verticais Urbanas” seja uma importante ação que pode agregar conhecimento, educação, sensibilização e sustentabilidade. Esse projeto vem vestido de uma metodologia que se traduz e se expressa numa pratica de sensibilização de todos os cidadãos de uma determinada comunidade. Tal sensibilização aponta para a necessidade de conservar e preservar os recursos naturais como também a promoção da multiplicação de atitudes ecologicamente corretas visando uma consciência coletiva sobre sustentabilidade socioeconômica.

                    A denominação “hortas verticais” tem como principal característica o fato das hortas poderem ser penduradas ou fixadas no sentido vertical, como em muros e em árvores, tendo por maior objetivo a otimização do espaço de plantação. Os materiais de construção das hortas verticais são em sua maioria leves e fáceis de serem trabalhados apresentando em sua composição, a utilização de materiais recicláveis (como por exemplo, garrafas pet) geralmente de fácil acesso. A tecnologia de Horta Vertical se encaixa perfeitamente na realidade de grande parte das comunidades altamente povoadas, podendo diminuir significativamente o custo com alimentos consumidos tendo adicionalmente a vantagem de dispensar o uso de agrotóxicos e adubos químicos. A Agricultura ou  jardinagem em Torres  de garrafa PET é uma agricultura vertical ou técnicas de jardinagem vertical que podem ser facilmente promovidas com  baixo investimento. Essa técnica criativa de Gilbert Van Damme  consiste na ideia de empilhar garrafas pet individuais  para formar “torres” de cultivo,  onde facilmente  cresce com sucesso uma variedade de culturas de alimentos. Essas torres tem o potencial de serem simples e eficazes facilitando o cultivo de plantas. O processo é  de fácil compreensão: rega-se toda a “torre” de garrafas através de um único regador na parte superior de cada torre oferecendo  assim uma economia de água impressionante e consequentemente  sua conservação. A economia de água torna o arranjo eficiente e oferece a qualquer pessoa a possibilidade de cultivar alimentos frescos em uma superfície extremamente limitada, por exemplo, 4 a 5 alfaces em uma única torre de garrafa PET. A garrafa PET veio substituir o vidro, pois, o plástico em termos econômicos é mais rentável para as indústrias e facilita o transporte, mas se pensarmos no meio ambiente a PET  se transformou num transtorno e gera um forte impacto ambiental com sua poluição e degradação. O plástico pode demorar mais de 400 anos para se degradar e, com o intuito de diminuir esse impacto  busca-se  constantemente alternativas para sua reutilização. Então, uma boa maneira de se reutilizar as garrafas PET   é transformá-la  em recipientes  para o  cultivo de pequenas plantas como temperos, hortaliças e ervas medicinais. A ideia é aproveitar esse material tão farto na nossa sociedade e criar espaços como hortas e vasos de plantas em casas, apartamentos ou mesmo no escritório. (DONI, 2012).

                  Finalmente, ao longo do processo de industrialização e do processo tecnológico as sociedades humanas têm se afastado cada vez mais da natureza, do verde, dos elementos naturais. Nós, como indivíduos sociais que somos, estamos em constante mutação devido as mais variadas feições que os sistemas têm tomado pós era industrial e em plena vivência da era tecnológica Mas, há no homem uma necessidade natural e também funcional de entrar em contato com a natureza. Há, portanto uma necessidade do ver o verde, sentir a natureza, como recurso primitivista embutido no eu humano. Assim, dentro as muitas vantagens que as áreas verdes trazem aos olhos humanos há a necessidade ecológica, estética, social, da saúde de corpo e mental provinda desta conformação natural. E, associar esse prazer do contato com o verde a educação e a saúde que ele pode nos proporcionar, gerando esse comportamento embasado em ciência e senso social implica numa ação educadora, preventiva e promotora da melhoria da qualidade de vida.

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